domingo, 14 de outubro de 2007

Quarta Reunião


Quarta Reunião:

18 de outubro de 2007

*Atenção! Desta vez o horário foi alterado para 15:oo ou 3 horas da tarde. Mas eu juro que não foi por minha culpa, foi culpa do amor...
** Sim, Alexandre e Neuza conseguiram uma boa entrada no Morro da Conceição, onde foram saudados e recebidos como velhos amigos pelos moradores. Havia um plano de atrair escritores, poetas, dramaturgos e literatos das redondezas e eis que encontramos uma forma: faremos uma filipeta humilde, tiraremos um dia para distribuí-las de porta-em-porta e melhor, Seu Beto e e sua esposa, donos de um bar na rua Jogo da Bola abriu as portas para este dia de literatura na rua, com direito a som, só falta o microfone! Veremos no que vai dar...

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Presentes:

Neuza Nascimento, Alexandre Santos, Waldir Candido

Apresentação:

(postado por Alexandre Santos)

Waldir e Neuza ficaram tristes com a ausência do grupo. Alexandre chegou pra lá de 16 horas, com desculpas inaceitáveis. Abalou a moral. Recebemos também a triste notícia do falecimento da irmã de Feijah'N, motivo de sua ausência.

Oswaldo também fez seu bordão:

Estou no momento.

Me analisando.

Voltando para dentro do meu ser.

Estou cortando aparas, erros, injustiças.

Sou o ventre de mim.

Um feto em sintonia.

Sou origem natureza.

Terra virgem a espera.

Evolução do ser é certeza.

Oswaldo L. Rocha

Meu Tel: 27711416


Roda Literária:

Primeiramente, a única e mais importante colaboração literária se deu com um email lido por todos, uma bela slam-poetry de Feijah'N, uma homenagem à sua irmã:


Feijah'N Soul - email 18 out (19 horas atrás)

OLÁ AMIGOS,
PEÇO DESCULPAS POR MINHA AUXÊNCIA EM NOSSO ENCONTRO... ESTOU RESOLVENDO ASSUNTOS DOMÉSTICOS RELACIONADOS AO FALECIMENTO DE UM PARENTE (MINHA IRMÃ)... ESPERO EM BREVE ESTAR MAIS ALIVIADO DESSES TRANSTORNOS ATUAIS!

E VEJAM O QUE ESCREVI SOBRE ESSE MOMENTO...

LUTO, PERDAS & GANHOS
(Slam Poetry)
By Feijah'N

É incrível que a perda traz outros ganhos
Pedimos esperança
Por sentirmo-nos estranhos
Do ente que se foi
Mas, quem sabe nas entre linhas encontramos explicações
Para que ao continuarmos vivendo
Buscando ao lado
A frente,
Ou tão perto
O que nos impede de estarmos inconformados
Abalados e carentes
Talvez na vinda de outro ser por nascer
Que do nada ao aparecer
Como comigo se deu
Minha querida irmã faleceu
E minha sobrinha ao mesmo tempo jogou fora o que lhe nascera
Uma linda menina
Me veio o entendimento
Que daquela peça frágil
Nascera um possível acalento
Pondo-me a indagar se era assim
Como isso pressuposto poderia ser
Uma casualidade para eu merecer
Ser pai por tutela
Inverteu-se o pior
Pois agora vinha o melhor
Que me conduz
Me faz não permanecer no vazio
Tenho outro questionamento
O que estava procurando?
Se me achei tão perto
Em uma nova criaturinha
Pura e frágil
Que de mim depende
E a mim suspende?


*******

SEM MAIS
UM FORTE ABRAÇO A TODOS...
. Feijah'N Soul


Após este único momento poético voltamos nossa atenção a questão de organização. Estávamos devendo a postagem do release poético de Osvaldo, já postado acima. Ficou gracinha! Também temos recebidos alguns email's de poetas e literatos interessados, que ainda não respondemos. Já chegamos a um acordo sobre como tratar nossos mais recentes admiradores e entraremos em contato em breve. Neuza também entrará em contato com Delmo, que gentilmente disponibilizou sua mala direta para nos ajudar na divulgação. Lembramos: todos nós devemos conferir novidades no email: poesia contos e encontros, do Gmail. Ficou acertado, que após este momento inicial, cada membro participante de nossa confraria deve assinar sua própria publicação, procedimento a ser adotado como padrão. Precisamos ainda nos organizar para não ocorrer, como foi o convite de Juçara para o Concurso de Poesia do Centro de estudos e Aperfeiçoamento do Hospital dos Servidores do Estado - vacilamos e perdemos a data. Temos que estar de acordo para podermos realizar nossa primeira intervenção poética no Morro da Conceição. Sem organização nada vai para frente. Não definimos a data nem a participação nem o repertório. Fica a dica: escolham não apenas poesias ou contos pessoais, autorais, mas também algumas pérolas da literatura nacional, ou mesmo internacional. Vamos estimular leitores e escritores - nosso maior objetivo! Neuza também informa: teremos a oportunidade de nos apresentar em Santa Tereza, em um agradável barzinho. Aguardamos maiores detalhes sobre o local e seu promotor cultural, uma pessoa que ela disse que é super-gente.

(post de Alexandre Santos)


Dicas Quentes:

Neuza deverá receber o prêmio Concurso de Projetos Itaú/Unesco, agora nesta terça-feira 23 de outubro, às 19 horas no Museu Histórico Nacional, praça Marechal Âncora - Centro. Vamos torcer!

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Terceira Reunião

Terceira Reunião:
27 de Setembro de 2007


Presentes:
Alexandre santos, Neuza Nascimento, Waldir Candido, Osvaldo Rocha e Feijha'N Soul

Apresentação:
Alexandre atrasou-se pois envolveu-se com o amor... E amor de rua é caldo de cana: tem que ser na hora. Também, dedicou-se ao dia das crianças, quer dizer, São Cosme e Damião. Sim, é um dia muito melhor que o 12 de outubro, que é dia da criança, só aquela que os pais tiverem condições poderá ganhar presente, enquanto outras, se os pais estiverem em dificuladdes não poderão dar nada. Cosme Damião é pra todas as crianças e para onde quer que se olhe é uma grande alegria ver a criançada correndo para pegar um monte de doces :)
Dentre os que já estavam presentes, a novidade veio com Feijha'N Soul. Na foto: Feijha'N, Osvaldo, Neuza e de costas Alexandre e Waldir.
Feijha'N -
Jovem pintoso, cria dos novos movimentos sociais, diz-se influenciado
por Dj TR, ex-parceiro de MV Bill. Seu estilo afro-americano, sua desenvoltura e empolgação ganharam terreno em nosso encontro. Também se sentiu à vontade para anunciar uma nova época, em que as pessoas estarão mais participativas.

Seja bem-vindo!


Roda Literária:

Osvaldo Rocha apresentou duas de suas novas poesias. Também apresentou peças teatrais, apesar de ter ficado um pouco chateado com as críticas de Waldir Candido, que estava danado neste dia. Alexandre trouxe a poesia Pedreiro. Na foto: Osvaldo, Feijha'N, Neuza, Waldir e Alexandre. O grande destaque ficou para nosso novo amigo, Feijah, que trouxe o conceito de "slam-poetry", uma poesia um pouco cantada, que ele jura que não é hip hop. Apresentou uma que não guardei, mas sua segunda slam-poetry foi uma bela poesia de amor. Sua empolgação trouxe de volta ao grupo aquela vontade de ver nosso encontro mais cheio, o que levou a pensar-mos em um modo de divulgação e na organização de um evento literário ao ar livre, talvez por ali no entorno da praça Mauá. Neuza leu o texto "Um dos Meninos", Waldir Candido, grande Waldir, fez outra leitura de poesia, de uma livro que puxou da estante. Mas ganhou o dia, com um presente do Alexandre: Paiaço Mineirim. Uma bela poesia que fiz pensando em sua vida, mas principalmente numa definição sobre o palhaço com o artista popular, um capetinha que remete nossa mente aos folguedos dos dias do Santo-Reis, dos bate-bolas dos grandes centros urbanos.

Na foto: Waldir se emociona com o belo conto de Neuza.

Para ele o "palhaço é antes de mais nada um bom sacana".

Picante definição, seu Waldir!


Por Alexandre Santos
Quente: Alexandre Santos, Marília Ferreira e Neuza Nascimento, tiveram a sorte de poder participar, na terça 25 de setembro, do lançamento do livro de Julio Cesar, sobre a história do Cemitério dos Pretos Novos. Lá fomos recebidos por seu Petrúcio, dona Mercedes e pelo simpático Antônio Carlos, que é um dos mais ativos militantes da cultura negra nesta região portuária. Situado num belo sobrado da rua Pedro Ernestro, ali junto a praça da Harmonia, o Instituto Pretos Novos guarda uma exposição permanente sobre a história do desembarque de escravos, abriga peças de arte (como esculturas e pinturas) e volta e meia promove um samba muito prazeiroso. Vale conferir!


Por Alexandre Santos

Segunda Reunião

Segunda Reunião:
06 de setembro de 2007

Presentes:
Waldir Candido, Neuza Nascimento, Alexandre Santos, Delmo Fonseca

Apresentações:
Neste capítulo, recebemos Delmo Fonseca. Delmo teve grande interesse em participar, pois sua história de amor à literatura já completou dez anos de dedicação. Vindo das classes menos favorecidas, ultrapassou a barreira das dificuldades e ingressou no curso de Filosofia da universidade estadual UERJ. Mas também criou novas dificuldades: tornou-se um editor independente. O caminho que escolheu o levou até o cargo máximo de sua religião, quando tornou-se pastor. Segundo suas palavras "na igreja tenho um tipo de entrada na sociedade, mais ligada aos valores espirituais que acredito. Na literatura, abro a mente e deixo fluir a verve literária". É um lutador, que chegou para abrir seu próprio espaço. A editora Mar de Idéias é exemplo de que seu sonho não morre e nos foi muito agradável receber de presente um exemplar intitulado "I Antologia Nacional de Poesia - Novos Poetas, Novos Talentos"/2006. Uma beleza de livro. Parabéns!!


Na foto: Alexandre Santos, Delmo da Fonseca, Waldir Candido , Neuza Nascimento



Roda Literária:
Foram apresentados o texto da Neuza Nascimento"A Vingança da Mulata"; de Alexandre Santos, veio a poesia Ônibus; Waldir Candido fez a leitura dramatizada de Exortação e Memórias de Infância (Gustavo Castro e Silva e João Coutinho de Amorim, respectivamente, presentes no livro de Delmo da Fonseca); Delmo apresentou uma poesia inédita, que tirou de sua pasta e não me lembro o nome. Ficou uma proposta de Delmo, que se ofereceu para ajudar a publicar, mas ele não poderá comparecer a mais reuniões. Outra proposta veio à tona com um site, radio-poesia eu acho. A poesia recitada tem espaço neste pequeno fragmento da internet.

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Dicas quentes:


O "Fabuloso Eu Canto Samba", do bloco *Escravos da Mauá, volta a ensaiar na Praça Mauá na *sexta que vem (dia 28 set), que segundo a regra da continuidade pode ser que aconteça todos os meses, na última semana de cada mês. Ficou parado, tipo samba morreu, por conta dos assaltos, da falta de banheiros e pelo total descaso de nossos governantes quando se trata de incentivo a cultura popular. Um evento que se superou em multidão de foliões! Não é fabuloso? Na foto de Vitor Chagas vemos a pedra do Sal, post no http://www.overmundo.com.br/guia/pedra-do-sal. Temos também que prestigiar a roda de pagode do Largo João da Baiana, ali na escadaria da Pedra do Sal, toda segunda, coisa linda da cultura do povo!


Na foto, placa da Pedra do Sal, post de Ivo Korytowski,
no blog http://literaturaeriodejaneiro.blogspot.com/2006/02/pedra-do-sal.html. E por que não dizer: temos no Trapiche da Gamboa um dos polos de samba mais empolgantes, apesar dos preços nem sempre em conta.. Nas sextas-feiras o compositor e violonista Galloti comanda o samba de mesa, um grande pesquisador e possui um repertório que eu garanto: é muito bom.
Na foto: o Trapiche, do fotoblog http://viajenaviagem.wordpress.com/

Horário: Ter (19h) Qua (19h) Qui (22h) Sex (22h) Sáb (22h)
Couvert: R$12,00 - mas acho que aumentou... pruns 16 $ talvez...
Endereço: Rua Sacadura Cabral, 155 (Gamboa) 2516-0868 Rio de Janeiro, RJ

Terça: Roda de choro - Jaime Vignoli (cavaquinho), Eduardo Neves (sax e flauta), Rui Alvim (clarinete), Rogerio Caeteno (violão 7 cordas), Caio Marcio (violão) e Amoy Ribas (pandeiro).

Quartas: Roda de samba - Pedro Miranda (percussão e voz), Alfredo Del-Penho (violão e voz), Pedro Amorim (bandolim, cavaquinho e voz) e Amoy Ribas (percussão e voz).

Quintas: Luciano (voz e tamborim), André Pressão (percursão e voz), Clevison (cavaco e voz), Papal (pandeiro e voz), Ricardo Galhardo (violão) e Henry Lentino (bandolim).

Sextas: Gallotti (voz e cavaquinho), Marquinho Basílio (surdo), Paulinho Marques (violão) e Almir (pandeiro) e Eduardo Medrado (voz).

Sábados: Grupo Galocantô - Rodrigo Carvalho (voz e percussão), Pablo Amaral (cavaco e voz), Marcelo Correia (violão de 7), Pedro Arêas (percussão e voz), Lula Matos (percussão e voz) e Léo Costinha (surdo)



Por Alexandre Santos


sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Primeira Reunião

Primeira Reunião:
23 de agosto de 2007


Presentes:
Waldir Candido, Neuza Nascimento, Oswaldo Rocha, Alexandre Santos

Apresentações:
Atendendo ao chamado para poetar, tive o grande prazer de encontrar esse povo que faz da Casa do Gestor Catalisador um espaço ímpar. Mas faço uma prévia, para situar quem vier a ler esta história... Sim, meu nome é Alexandre Santos, gatão da zona sul, carioca da cidade inteira, interessado pela causa social, sociólogo e poeta, dentre outros predicados, que guardo como surpresa.
Em outro momento, meados de 2006, tive a oportunidade de dar uma força ao Marcelo Vasquez, do projeto Arte no Porto, quando conheci Marília Ferreira, da ComCat. Neste evento, Mostra de Cinema Africano, tive a oportunidade de fazer um quadro de abertura, no Centro Cultural do Sindicato dos Servidores da Justiça, lá no Morro da Conceição. Foi uma ótima oportunidade de liberar conhecimentos e falar sobre cinema africano, história da África e movimentos de independência, para fazer uma ligação com uma parte da história do negro brasileiro, mitos e símbolos aqui recriados, história tão esquecida, diga-se de passagem. Os filmes foram muito bons! Este primeiro contato me trouxe ao segundo. Agora com interesse na poesia urbana.




Idealizado por seu Waldir Candido, Poesias Contos e Encontros é um evento que guarda na essência o sonho de ver a cultura tomar a cidade do Rio de Janeiro. Há neste homem uma grande vontade de fazer com que a poesia e a literatura libertem o amor e o drama nos pobres seres urbanos. Vamos fazer algo por aí? Então, tá.

Na foto: Oswaldo Rocha, Neuza Nascimento, Waldir Candido , Alexandre Santos

Seu Waldir é muito vaidoso, por isso não o chamarei mais de "Seu". Nem vocês! Aliás, Waldir é o galã pelo qual as mulheres suspiram e motivo pelo qual os maridos recolhem as esposas.


É, meu caro Waldir Candido, tu és o terror! A idade a gente não percebe porque está tudo na cuca. Eu mesmo, uma vez fui praticar meu esporte predileto: Skate da Terceira Idade. Deparei-me certa vez com uma criança que queria passar por mim na rampa e me pediu desta forma: - Dá licença, tio? Putz! Tio... não havia percebido. Até careca estou ficando... Foi daí que botei a legenda "terceira idade" em meu esporte.

Voltando à história, a de Waldir Candido é a segunte: o cara é cria de Belo Horizonte, percorreu como ator todo o sertão mineiro, de Piarapora, de Januária, das cabeçeiras do São Francisco, palco de uma de suas leituras prediletas: a obra de Guimarães Rosa. A poesia, ele me contou, surge em suas lembranças quando se juntava com sua trupe, lá em Mariana cidade histórica, e ficavam pela rua recitando poesia. Em pouco tempo o grupo já tinha ganho os corações das pessoas da cidade. E juntou foi gente!

Fora este episódio, Waldir é o homi - ator, diretor, da carpintaria de palco ao buxixo das coxias - ele sabe tudo! Na minha opinião, é um dramaturgo que a sociedade pouco aproveita. Só o mundo global se cria nesses tempos. Militante negro, parece que até a ditadura pegou ele... Todo jeito, ninguém disse que seria fácil e o artista popular sabe muito bem como é essa opção - vida dura movida pelo amor à arte.

Casa da Gávea - procurar link do seu waldir no youtube.
Ciclo de Leitura
Praça Santos Dumont, 116 sobrado, Gávea, Rio de Janeiro - RJ
Tel.: 21 2512-4862
25/06/2007
(Clássicos da Literatura)
- “Uai, eu”, “Esses Lopes” e “Antiperipléia” -
Adaptação dos contos de Guimarães Rosa
Com Waldir Candido e Coral do Colégio Pedro II
Regência do maestro Ricardo Szpilman
Direção:
Waldir Candido
Obs: A casa está recebendo textos teatrais para o Ciclo de Leituras. Basta entregar o seu texto na Casa da Gávea.

Oswaldo
- É outro que também não aceita pronomes de tratamento. Pessoa das mais simples, super dócil apesar do tamanho GG que o esconde. Da cepa mineira, Osvaldo fez das ruas de Belo Horizonte seu lar, por alguma tragédia qualquer, dessas que acontecem bastante no Brasil. Se a memória não me falha, foi com a idade de vinte anos que um senhor militar o adotou: deu-lhe trabalho, casa e dignidade - tens disposição para o trabalho? Quer sair dessa porcaria nas ruas? - Trabalhou com afinco até a aposentadoria. Sem ter mais que trabalhar, pensou: agora vou viver! E tornou-se pintor, produziu mais 300 telas, participou de exposições e consta em catálogos até na europa, França eu acho. Daí pensou: agora vou escrever! E já publicou dois livros, cujos exemplares constam na biblioteca nacional para quem quiser consultar. Foi então que raciocinou: por que não fazer poesias, ou teatro? Duas peças já foram escritas e as poesias estão aqui, para quem chegar junto em nossas reuniões na Comcat.


Neuza Nascimento, também é mineira... Se não me engano, ela é de Santos Dumont, cidade onde morou o aviador maior - inventor do 14-bis. Também teve uma infância difícil. Veio para o Rio de Janeiro aos 11 anos. Prendada, ajeitou-se como empregada doméstica até que aprendeu a ler e escrever - tão bem que hoje já pensa em publicar seus textos. Seus contos infantis são dotados de uma grande preocupação com a figura humana e levam a mente infantil para um passeio encantado por uma cidade que oferece pouca coisa saudável às crianças. É uma grande promessa e os editores já estão na sua cola! No subúrbio carioca, Parada de Lucas, ela desenvolve um projeto de educação que conta com a rede de auxílio da ComCat, local que hoje vive cheio de leitura, desenho, grafiti e, lógico, muito amor pelo que faz!!

Conheça seu trabalho:

http://www.ciacac.org/


Roda Literária:
Neste primeiro encontro tivemos o prazer de ouvir uma poesia minha, intitulada Maria, e outra chamada Cores; Neuza trouxe o texto "Fome de Bola", e o Waldir fez maa leitura dramatizada. Além do texto, ele leu pra gente também uma poesia. Oswaldo apresentou duas poesias excelentes, mas ficou faltando as anotações com os nomes. Ficaram como propostas: verificar quem se interessa em tocar uma publicação, dar acabamento à uma peça de teatro do Waldir e ainda tentar ganhar as praças, local primeiro da poesia.


Por Alexandre Santos

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Encontros

Poesias, Contos e Encontros

Nosso bordão:
-Esse Blog foi criado para postagem de poesias e contos de autoria dos participantes que se reúnem periódicamente na ComCat para ler ou ter suas obras lidas e apreciar a obra de outros.
-As reuniões são marcadas a cada encontro, seguindo um periódico quinzenal, com data definida de acordo com a possibilidade dos participantes.

Esses encontros, à principio, aconteceriam mensalmente. Mas durante o primeiro, ficou decidido de comum acordo que as datas seriam agendadas a cada encontro. O primeiro aconteceu dia 23 de agosto de 2007 e o segundo dia 6 de setembro. O próximo está agendado para 27 de setembro. Esses encontros tem a organização do ator/diretor de teatro Waldir Cândido, com a participação de todos.


Ainda é uma idéia embrionária. O rumo que ela vai tomar, dependerá dos participantes.

Por Neuza Nascimento